Cervejaria Louvada é a nova associada do Sindicerv

O Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv) anuncia, nesta quinta-feira (29), a cervejaria Louvada como a mais nova associada da entidade. Inaugurada em 2015, a Louvada é a primeira cervejaria artesanal de Cuiabá (MT) e, atualmente, possui fábricas em três estados, com uma produção de 400 mil litros de cerveja por mês.

“É com alegria que anunciamos a Louvada como a nova associada do Sindicerv, uma cervejaria que tem alta representatividade, principalmente nas regiões Centro-Oeste e Norte. Essa parceria fortalece cada vez mais a agenda do Sindicerv na defesa da cadeia produtiva da cerveja em todos os cantos do país”, comemorou o presidente executivo do Sindicerv, Márcio Maciel.

A Louvada está presente em sete estados, com 1,6 mil pontos de venda e 11 franqueados. A principal fábrica fica em Cuiabá (MT). Em 2019, a cervejaria abriu a segunda unidade fabril em Porto Velho (RO) e, no ano passado, inaugurou a terceira planta em Indaiatuba (SP). A Louvada utiliza energia solar em sua produção e investe em ações de sustentabilidade.

No portfólio, são mais de 20 estilos de cervejas. Entre elas, a “Hop Lager”, eleita melhor cerveja hop lager do Brasil no Concurso Brasileiro de Cervejas de 2023, e a “Low”, uma cerveja com 3,7% de teor alcoólico, criada para atender ao paladar dos consumidores que buscam cervejas mais leves e de baixa caloria.

“Ao nos associarmos ao Sindicerv, reforçamos nosso compromisso não apenas com o setor, mas também ampliamos significativamente nossas oportunidades de colaboração e networking, estendendo nossa influência não apenas aos membros do sindicato, mas a todo o mercado cervejeiro. Em suma, essa parceria é essencial para consolidar e fortalecer nossa presença na indústria”, disse Gregório Ballarotti, sócio fundador e CEO da Louvada.

O Brasil é o terceiro maior produtor de cerveja do mundo e as cervejarias associadas do Sindicerv respondem por mais de 80% da produção. O setor cervejeiro é responsável por 2% do PIB do país e gera mais de 2 milhões de empregos diretos, indiretos e induzidos em todos os estados.

Cervejaria Therezópolis

Inaugurada em 1912 por uma família de descendência dinamarquesa, a Therezópolis é a primeira cervejaria (e a primeira indústria) do município de Teresópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro.

Ao longo de mais de cem anos, a cervejaria produziu os mais variados estilos de cerveja. Entre eles, está a Premium Lager Therezópolis Gold que, em 2021, ganhou versões long neck (355 ml), garrafa de 600 ml e lata (350 ml e 473 ml), que foram somadas à embalagem de 500 ml.

A Therezópolis incorporou mais contemporaneidade a sua identidade visual e rótulos, mantendo a referência às montanhas de Teresópolis e dando destaque para o Arlequim, personagem que entrega tradição, de um jeito descontraído.

Cervejaria Louvada 

Inaugurada em 2015, a Cervejaria Louvada é a primeira cervejaria artesanal de Cuiabá.  Em 9 anos de atuação, a cervejaria já se faz presente em sete estados, com 1,6 mil pontos de venda e 11 franqueados.

A principal fábrica fica em Cuiabá (MT). Em 2021, a cervejaria abriu a segunda unidade fabril em Porto Velho (RO) e, no ano passado, inaugurou a terceira planta em Indaiatuba (SP). A cervejaria utiliza energia solar em sua produção e investe em ações de sustentabilidade. 

No portfólio, são mais de 20 estilos de cervejas. Entre elas, a “Hop Lager”, eleita melhor cerveja hop lager do Brasil no Concurso Brasileiro de Cervejas de 2023, e a “Low”, uma cerveja com 3,7% de teor alcoólico, criada para atender ao paladar dos consumidores que buscam cervejas mais leves e de baixa caloria.

Carnaval: confira cinco dicas para curtir a folia com moderação

O Carnaval é conhecido por ser um período de diversão e de grande movimentação na economia brasileira. A indústria cervejeira atua ativamente para que a festa seja geradora não só de alegria, mas também de emprego e renda. Todos os anos, associadas do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv) abrem postos de trabalho para centenas de pessoas nos principais carnavais, de Norte a Sul do país.

Além da economia, outra bandeira do setor cervejeiro no Carnaval é o consumo responsável de bebidas alcoólicas: a indústria promove ações educativas para engajar os foliões sobre a importância do consumo consciente e combate aos excessos.

“A indústria cervejeira apoia a cultura brasileira, suas festividades e tradições. Mas também pedimos para que os foliões consumam bebidas alcoólicas com consciência, sempre intercalando com água e alimentos. A moderação é o melhor caminho para a diversão”, afirma o presidente executivo do Sindicerv, Márcio Maciel.

Por conta disso, o Sindicerv separou cinco dicas para os foliões aproveitarem os bloquinhos de rua e as escolas de samba com alegria e moderação. Confira!

1 – Saiba diferenciar o teor alcoólico das bebidas

O folião precisa saber que cada bebida alcoólica possui uma porcentagem de álcool diferente e que isso faz diferença na hora no consumo.

A ciência comprova: a absorção do álcool pelo corpo é mais rápida quando a concentração de álcool na bebida está acima de 20%, e os níveis de álcool no sangue também aumentam mais rapidamente nesses casos. Com este cenário, a festa pode acabar mais cedo.

Por isso, bebidas com menor teor alcoólico são uma ótima opção para aproveitar o Carnaval até o final, aproveitando cada momento com consciência e responsabilidade.

2- Que tal uma cerveja sem álcool?

Durante a folia, o consumo de bebidas alcoólicas deve ser feito de forma moderada, sem exageros. Para quem quer pegar mais leve ou busca outras opções de bebidas, a cerveja sem álcool é uma alternativa. Ela é uma bebida que apresenta as mesmas características e o mesmo sabor de cerveja que você já conhece, só não possui álcool. Não é mágico?

“A cerveja sem álcool é uma solução inovadora da indústria cervejeira e atende a uma demanda de consumo daqueles que buscam um estilo de vida mais leve, saboroso e equilibrado, mesmo no Carnaval. Cada vez mais, estamos inovando em novos produtos para agradar todos os perfis de consumidores e promover a saúde”, explica Márcio Maciel.

3 – Bebeu água?

Não? Se manter hidratado é essencial para aguentar a maratona carnavalesca com saúde e sabedoria. E o melhor é não esperar ficar com sede. A dica é consumir bastante água, principalmente se for ingerir bebidas alcoólicas. Essa intercalação garante uma hidratação adequada durante todo o bloquinho.

4 – Conheça seus limites e respeite o outro

É importante que cada folião respeite seus próprios limites durante a folia. A melhor dica é prestar atenção aos sinais do corpo e saber parar na hora certa. A diversão não está na quantidade de bebida ingerida, mas sim na consciência e na responsabilidade. O consumo excessivo de álcool leva a comportamentos inadequados, o que pode prejudicar a sua experiência e de outras pessoas.

5 – Se beber, não dirija!

A indústria cervejeira dá apoio incondicional a Lei Seca com tolerância zero para álcool na direção. Caso for ingerir bebidas alcoólicas, use outras opções de deslocamento, como o transporte público e por aplicativos. Ou peça carona para aquele amigo que irá tomar apenas cerveja zero. Álcool e direção não combinam de jeito nenhum. Lembrando que a venda e o consumo de bebidas alcoólicas são permitidos apenas para maiores de 18 anos.

Impostos são desafio para 77% das indústrias cervejeiras

Os impostos e a alta carga tributária da cerveja no Brasil, a inflação que encarece o processo produtivo e as dificuldades de logística são os principais desafios enfrentados pela indústria cervejeira do país. A informação inédita aparece na pesquisa “Principais Desafios do Mercado Cervejeiro”, divulgada pelo Guia da Cerveja nesta terça-feira (6) em parceria com o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv).

De acordo com o levantamento, 77% das cervejarias – de todos os portes e regiões – identificaram os impostos e a carga tributária elevada como o principal desafio enfrentado. Além disso, o impacto da inflação sobre os custos de produção e a ineficiência logística também foram elencados como dificuldades para 52% e 43% dos estabelecimentos, respectivamente.

“É preocupante que a alta carga tributária seja o principal desafio para as cervejarias. O consumidor brasileiro já paga o maior imposto sobre a cerveja de toda a América Latina e vemos que isso é um problema que se espalha também para a indústria. Esperamos que a regulamentação da reforma tributária, no que tange ao imposto seletivo, traga mais razoabilidade, previsibilidade e critérios que permitam que o setor se desenvolva cada vez mais”, afirmou Márcio Maciel, presidente executivo do Sindicerv.

Desafios por região e por porte

Além da alta carga tributária, a pesquisa identificou desafios adicionais enfrentados pelas cervejarias nas diferentes regiões do País e de acordo com o porte das indústrias.

No Sul e no Sudeste, há uma dificuldade maior para se destacar no mercado e alcançar metas, segundo 59% e 37% das cervejarias localizadas nessas regiões, respectivamente. As duas localidades abrigam a maior número de cervejarias registradas no país, segundo o Anuário da Cerveja 2022: 1.484 de um total de 1.729 cervejarias registradas no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).

Para 77% das cervejarias localizadas no Nordeste, o segundo desafio mais enfrentado é a ineficiência logística e de distribuição. Já no Centro-Oeste, problemas financeiros e endividamento são o terceiro problema mais citado, juntamente com a questão logística (50% para cada). No Norte, impostos e impacto da inflação estão empatados com 33%.

Em relação ao tamanho da cervejaria, os impostos e a carga tributária elevada são unânimes e considerados o principal desafio para todos os estabelecimentos, independentemente do porte. No entanto, cervejarias menores sofrem mais com os impostos e com a concorrência.

Como a indústria lida com os desafios

De acordo com a pesquisa, a indústria adota diversas estratégias para lidar com os desafios. Entre elas, estão a diversificação de fornecedores e redução de gastos operacionais. Parcerias com bares, restaurantes e eventos são buscadas por 44% das cervejarias que querem conquistar mais mercados.

“A indústria cervejeira no país possui uma produção quase 100% nacional e faz parte de um setor que gera mais de 2 milhões de empregos em todos os cantos do país. Os resultados desta pesquisa, além de oferecem insights valiosos para as fabricantes, destacam a necessidade de políticas que apoiem o crescimento sustentável do setor cervejeiro no Brasil”, concluiu Márcio Maciel.

A pesquisa também contou com o apoio do Sebrae e da Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva).

Entrega das declarações anuais de bebidas vai até 15 de março

O Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) estendeu o prazo para a entrega das declarações anuais de produção e estoque de bebidas. Por conta da complexidade, produtores de cerveja e outras bebidas têm até o dia 15 de março para cumprir a exigência. Antes, a data-limite era 31 de janeiro.

A mudança na data foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (02) e atende a um pedido do Sindicerv, juntamente com a Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe) e a Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas (ABIR).

A partir de agora, as declarações devem ser feitas pelo portal Gov.br, com a disponibilização de uma série de informações técnicas e detalhadas sobre insumo, produção e estoques de bebidas. Com a extensão do prazo, produtores de bebidas terão mais tempo para se adaptar ao novo sistema e preencher todos os dados solicitados pelo governo.

O Sindicerv acredita que dados e informações têm o potencial de ajudar na criação de melhores políticas públicas para o setor, além de auxiliar na elaboração de documentos importantes, como o Anuário da Cerveja.